E a merda, A MERDA, aconteceu. E estourou com todo mundo.
Com isso, vi que realmente meu sobrenome é INTENSIDADE.
Eu não consigo me entregar pela metade, viver pela metade, amar pela metade.
Eu faço tudo com intensidade. Um erro? Talvez. Mas não conseguiria ser normal e fazer tudo normalmente.
Amigos, sim, eu me entrego por inteira e mergulho nessa amizade com vocês. Alguns, como a Paula, o Lucas, o Nando, o Matheus, o Maycon, a Carol, o Sérgio, o Arthur e o Estevão. Assim também como me entreguei com outras amizades e quebrei a cara, quebrei a cara feio.
Poderia ter mudado o meu modo de ver, mas são por esses nove aí em cima que, a cada dia vejo que vale mais a pena me entregar em amizades! E a vocês, pentelhos da minha vida, obrigada, obrigada mesmo! Obrigada por me ajudarem no que preciso, por me aceitarem e por me puxarem a orelha. Pelos momentos com a galera ou com algum momento particular com cada um de você. Pelos segredos compartilhados, pelos ombros amigos, pela implicância, pelos abraços que me renovam a cada vez, pelas palhaçadas, por tudo! Por simplesmente existirem.
Nós amamos as pessoas não pelas qualidades, mas pelos defeitos que elas possuem. Eu os amo pelos defeitos de cada um e, acho que a recíproca é a mesma.
Sou ligada no 220V, galera, e só vocês pra acompanharem, aliás, entenderem o meu ritmo!
E é com lágrima no rosto que escrevo tudo isso pra vocês. Porque eu posso, mas não quero esquecer cada momento!
"Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente pra me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas estórias caso não possa vivê-las."
Viva como o azul do céu em dia nublado. Esse sentimento que ela sente. Ela quem? A parte de mim que está em você. Em algum lugar de você. Deixei-a dentro de ti para cuidar deste moço tão só. Talvez ainda se sinta só, mas eu sei que não está. Sei que não está pois deixei a parte de mim em você. E deixando-lhe a parte protetora de mim, fiquei desprotegida e, sem você para me proteger. Um sorriso falso, que esconde um choro. Um baú sem tesouro. À você, imploro socorro.
Em uma conversa com menino, Paula solta a seguinte filosofia em relação ao por quê os meninos podem sair mais que as meninas: "Cara você tem algo de muito valor no meio das pernas.. Eles te deixam ir a onde quiser.. Os joelhos nos ajudam muito. Mas entre as penas você tem "autorização" dos pais." UHASHUAHUSHUAHUSHUAHUSHUAS' É, filosófico! AUHAUHUHUHUHAUHAUHA'